Funk – Cultura ou sangue suga de valores éticos e morais

Funk  Cultura ou sangue suga de valores éticos e morais.

A Educação é um dos assuntos mais importantes para o crescimento e desenvolvimento de um país. Más a deficiência da educação brasileira tem raízes profundas. A principal razão para o atraso atual foi o início tardio – o país passou por quatro séculos e meio de inação nessa área. Inicialmente, herdou de Portugal uma educação de baixa qualidade. Sabemos que o  ser humano por meio de seus atos, comportamentos, estabelece de que forma a sosiedade ira evoluir.

Toda a cultura é aprendida, mas nem tudo o que é aprendido é cultura.

A cultura é fundamental para a compreensão de diversos valores morais e éticos que guiam nosso comportamento social.   Entender como estes valores se internalizaram em nós e como eles conduzem nossas emoções e a avaliação do outro, é um grande desafio. É o conjunto de atividades e modos de agir, costumes e instruções de um povo. É o meio pelo qual o homem se adapta às condições de existência transformando a realidade, é um processo em permanente evolução, diverso e rico. Por esta razão associar a cultura carioca ao Funk é  no mínimo é entrarmos em  estado de anomia . O Funk  não agregar valores éticos e morais e não contribui para evolução social.

Não é novidade que as mulheres vêm conquistando cada vez mais o seu espaço na sociedade. Mais para isto a mulher teve que lutar muito pela sua liberdade. Hoje toda a luta pela  liberdade e reconhecimento esta se perdendo entre letras de funk einversão de valores. 

As mulheres, na ânsia de serem desejadas e poderosas extrapolaram !

Toda esta revolução se estendeu à parte sexual e aí que aconteceu o colapso….
O colapso está quando a mulher acha que ser moderna é perder sua feminilidade, o que pouquíssimas mulheres sabem  é o fato do homem não gostar desse perfil de mulher “moderna-independente-poderosa”. O homem de verdade, gosta de moças delicadas, meigas, carinhosas, que precisam de seu amor e de sua proteção. Eles não querem uma Mulher Maravilha. Eles querem uma mulher para proteger. Uma das características biológicas do homem é o instinto de proteção. Uma mulher moderna e poderosa não pode ser protegida. Uma mulher poderosa não quer ser protegida. O homem acaba vendo estas mulheres como objeto e a usa apenas para sexo e satisfazer seus desejosInfelizmente a mídia e o feminismo inverteu os valores.

 A mulher moderna  é aquela que se valoriza, que tem controle sobre seus sentimentos e que sabe usar com descencia sua sexualidade. Uma mulher especial é uma mulher que sabe dosar virtude com uma pitada de sensualidade, que saba amar, mas, que busque ao mesmo tempo ser amada, sem subserviencia. Uma mulher sabia é aquela que merece um elogio sincero de admiração, e por causa de sua sabedoria e não como um mero objeto.

 As mulheres que tanto lutaram para conseguir seu espaço hoje se tornou objeto fácil no mercado qualquer. Hoje com dez reais se compra uma mulher. O mais estranho é em ver a mulher se humilhando para se sentirem fortes, colocar a culpa no capitalismo ou na modernidade por esta inversão de valores é injusta, pois isto só acontece porque elas permitiram. Existe  hoje uma inversão de valores e a  mídia contribui muito para isto. A mídia dita regras e modas e influencia a vida das pessoas, o ser humano possui três sonhos básicos: o do Reconhecimento Social (atrair a atenção), do Heroísmo (identificação com pessoas admiradas) e o da Liberdade (transcender os limites). Nesse foco, há um grande espaço para a indústria  vender suas máquinas de sonho.. Gerando uma grande alienação conflitando com o mundo da realidade e o mundo dos sonhos. “A inversão de valores se dá quando nós passamos a achar certo as coisas que são erradas, só por elas serem comuns. É quando passamos a achar normal as coisas que prejudicam as nossas vidas e a nossa sociedade. Quando convivemos muito com a violência, por exemplo, a gente se acostuma e não fica mais chocado e isso é muito ruim. Não podemos achar isso normal, temos que tentar mudar a sociedade para,melhor.
 O funk incentiva o sexo e a violência e passam valores errados . O mais interessante é que muitas letras incentiva a promiscuidade sexual, banaliza a violência contra a mulher, hoje a mulher no funk é tratada como cahorra , afinal um tapinha não dói !

Vivemos numa época onde a vaidade e as preocupações com a aparência cresce cada dia mais.Cuidar do corpo,da aparência física hoje em dia não é mais questão de agradar a si mesmo,mas uma questão de competição.A saúde não é mais razão pelos exercícios físicos,dieta balanceada,academia,a prioridade agora é a boa forma. Parece que tudo está liberado, modernidade nada tem haver com promiscuidade ! aquelas características de mulher forte, guerreira, mãe, amiga, está sendo substituídas por um outro tipo de mulher: a mulher sexy,sensual, funkeira ,disponível e escrava dos desejos masculinos.

O problema do funk não é o funk. A moda vai passar. O problema é que cada uma dessas novas “ondas” contribui para depreciar um pouco mais a relação do ser humano com seu próprio corpo, para banalizar a relação sexual, para industrializar o erotismo e criar comportamentos de massa que são, de fato, a negação da sexualidade naquilo que ela tem de mais singular e individual. É a operação inversa à da alta cultura ou mesmo da cultura popular e folclórica: ao invés de criar novas possibilidades, cria comportamentos condicionados; no lugar do pluralismo, o sempre igual, a rotina, o mesmo: gestos, ritmos, versos padronizados, produzidos em série para um público condicionado a não pensar.
Como não há limite para o desejo sexual e para as pulsões, é apenas razoável supor que a próxima “onda” vái ser ainda mais explícita, mais violenta, mais agressiva do que a atual.

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Geral

Sobre Leandro Souza: Leandro Souza, Rio de Janeiro, Diretor Geral e de Ensino Detran Rj CFC, Especialista em Educação, Gestão e Segurança para o Trânsito e Perito Judicial e Coordenador Administrativo Empresa PAAF Consultoria de Serv. Tecnologia LTDA.
http://www.quebragalhorj.no.comunidades.net

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